
A história fantástica de Ana Jansen, uma poderosa dama que viveu no século 19, na antiga São Luís, capital do Maranhão, causa arrepios em qualquer valente. Dona Ana, como também era conhecida, estava à frente de seu tempo, fazia suas próprias escolhas e enfrentava os comerciantes locais com punhos de aço. Por isso, era detestada por muitos!
Dona de propriedades e escravos, Ana Jansen passeava pelas ruas de São Luís em sua luxuosa carruagem, fechando grandes negócios e tocando sua vida livre. Mas, como todo mortal, um dia ela morreu.
Ana Jansen partiu, mas não se contentou em dormir seu sono eterno lá no além. Dizem que ela voltou em uma carruagem incandescente. Ou melhor, ela volta toda semana, de quinta para sexta-feira, quando o relógio bate meia-noite. Gloriosa, passeia pelo centro histórico de São Luís. Quem conduz a carruagem fantasmagórica é um dos seus ex-escravos, que, acredite você ou não, guia o veículo mesmo sem cabeça.
Portanto, se você tem medo de aparições, nas noites de quinta para sexta-feira, evite passear pelo centro histórico da capital maranhense. Dizem que em qualquer cada esquina, Ana Jansen pode estacionar sua carruagem incandescente para pedir uma pequena informação: “Boa noite, onde fica o Cemitério do Gavião?”. Em troca da informação, ela oferece ao pedestre desavisado uma vela acesa. Quem aceita está condenado… a morrer! Mistérios de São Luís!
A lenda de Ana Jasen é uma das diversas histórias encantadas que circulam em São Luís, no Maranhão. Esta versão foi livremente adaptada pela CHC.
Fonte: https://www.amazon.com.br/Quem-tem-medo-Ana-Jansen-ebook/dp/B086M4N3DG
Matéria publicada em 20.10.2020
Grilos, esperanças e gafanhotos fazem parte de um grande grupo chamado ortóptera. Comparados aos grilos, que geralmente encontramos cantando, os gafanhotos parecem gigantes! São sempre maiores? Nem sempre! Entre os ortópteros há uma família de pequenos gafanhotos que vivem na vegetação: os eumastacídeos.
Você já ouviu a frase: “rapadura é doce, mas não é mole não”? Essa é uma expressão popular da língua portuguesa para mostrar que tudo tem dois lados – assim como a rapadura, que, embora seja doce, é dura à beça! Mas para a gente perceber, por exemplo, que algo tem um sabor doce e, ao mesmo tempo, é difícil de mastigar quem entra em ação é... o cérebro. E você achava que essa percepção era feita pela língua, hein? Pois nós temos outras curiosidades saborosas para contar a você! Vem descobrir!
Lucineide Lima
Lenda legal
Maria Antônia Burin.
Oi CHC! Se essa tal de Ana Jansen existir na vida real, eu vou fugir dela pra não virar escravo!